
Um mundo vivo · D&D 3.5 & 5ª edição · Pelo navegador
Reúna seu grupo num mundo persistente de D&D. Cada um joga quando pode — no café, no almoço, antes de dormir. A campanha segue viva entre os turnos.
15 minutos do seu dia é o bastante para viver uma jornada épica.
Prólogo
Ela ficava numa curva do Caminho da Costa da Espada, entre pinheiros tortos pelo vento do norte e o cheiro constante de fumaça e cevada. Ninguém sabia direito quem a construíra. Alguns juravam que ela já estava ali antes de Neverwinter ter muralhas. Outros diziam que a taverna aparecia sempre que um grupo precisava se reencontrar — e sumia quando o último deles fechava a porta pela última vez.
O taverneiro se chamava Bran, e Bran tinha uma teoria: toda mesa boa é feita de ausências. A cadeira vazia do meio-elfo que virou pai. O canto onde o ladino contava piadas até a esposa engravidar. O lugar do bardo — coitado — que tirou plantão de hospital no sábado da última campanha. As mesas boas não morrem por brigas; morrem por falta de horário compatível.
Dizem que Bran, em outra vida, foi um ranger — e que seu arco ainda descansava, silencioso, atrás do balcão.
Foi numa noite dessas, com quatro canecas cheias e cinco cadeiras ocupadas por três amigos, que alguém disse a frase que mudou tudo:
— E se o mundo não precisasse esperar todo mundo estar aqui?
Bran sorriu. Ele já tinha ouvido essa pergunta antes, séculos antes, na boca de um mago cansado. E naquela mesma noite, sem alarde, começou a servir uma cerveja nova — feita de tempo, de paciência, de fusos horários diferentes. Chamou de Tavernum. Dizem que quem bebe consegue jogar de novo. Não como antes — melhor. Porque agora o mundo continua girando enquanto o guerreiro dorme, enquanto a clériga troca fralda, enquanto o mago responde e-mail da chefe.
A taverna está aberta.
A cadeira do meio ainda é sua.
O mundo não para
Em Tavernum, o mundo é vivo. Ele não nasce quando todos se sentam à mesa e não morre quando alguém precisa sair. Cidades negociam, facções tramam, dragões despertam e mercadores cruzam estradas — tudo isso continua entre os turnos de vocês.
A gente construiu isso com a obsessão dos grandes RPGs detalhistas: cada região com história, cada NPC com memória, cada escolha com eco. A diferença é que aqui o ritmo é o seu. Você joga no café, no almoço, antes de dormir — e quando voltar, o mundo terá avançado, esperando por você.
A vida adulta roubou o sábado à noite. Mas não vai roubar o mundo.
Três capítulos, uma noite qualquer
Três cenas, três amigos, três fusos. E ainda assim, uma só campanha.
Marcos abre o app com a mão esquerda, a direita segurando a mamadeira. Seu paladino terminou a vigília da madrugada em Neverwinter e encontrou pegadas de goblin na neve. Ele escreve três linhas, marca o rastro no mapa e fecha o app. O bebê arrota. O mundo espera.
Rita vê a notificação entre uma reunião e outra. A pegada é dela — o goblin fugiu com o pergaminho que a torre estudava. Ela lança Detecção Arcana no vestígio, descreve a runa que aparece flutuando na neve. Dois parágrafos, um dado rolado, e volta pra planilha.
Bruno finalmente coloca a filha pra dormir. Lê o dia inteiro do grupo em silêncio, sorri, e escreve seis parágrafos: seu meio-elfo já subiu no telhado da estalagem, viu a fumaça no horizonte e decidiu que amanhã cedo eles seguem o rastro. Ninguém precisou marcar sábado.
Três turnos, três continentes, uma mesma história — e o DM só precisou dormir uma vez no meio.
A solução
Cada jogada é um post no feed do local onde seu personagem está. Volte 5 minutos no celular ou 1 hora no fim de semana — você nunca atrasa ninguém.
Cidades, NPCs, mapas e lendas que continuam respirando entre as jogadas. Quando você volta, o mundo avançou — e seu próximo movimento tem peso.
Fichas, classes, raças e rolagens no sistema que sua mesa preferir. Comece com D&D 3.5 (completo hoje) ou escolha 5ª edição — a estrutura do mundo acompanha qualquer um dos dois.
O mapa
Você não escolhe só uma campanha. Escolhe um ponto no mapa. De lá, estradas levam a outras cidades, cada uma com seus perigos, facções e rumores. O mundo é geografia, e a geografia é história.
Faerûn simplificado — no jogo, cada região carrega sua história, facções e rumores.
Neverwinter, Waterdeep, Baldur's Gate... Cada cidade tem NPCs, facções, lojas e eventos que persistem. Suas escolhas mudam o que elas se tornam.
Viajar entre regiões não é teleporte. Encontros aleatórios, acampamentos, bandidos, mercadores e segredos escondidos no caminho.
Uma masmorra pode levar a uma conspiração política. Uma taverna pode esconder um culto. Cada local é uma porta para outras histórias.
Taberneiros, cartazes de recompensa e sussurros de facções geram aventuras que emergem naturalmente do mundo, não de uma lista de quests.
Lendas nascem em mesas comuns
O panteão dos Reinos não é feito só de deuses. É feito de nomes que amigos gritaram numa madrugada de derrota, e que uma semana depois voltaram gritando de vitória.
Paladino de Tyr · Neverwinter
“Perdeu um olho salvando três crianças de um ogro. Voltou pra taverna coberto de fuligem, pediu duas cervejas — uma pra ele, outra pra cadeira vazia do irmão que morreu no mesmo assalto. Desde então, sempre pede duas.”
Ladina meio-elfa · Baldur's Gate
“Roubou um pergaminho da Guilda dos Ladrões e devolveu com um bilhete: 'estava mal guardado'. Hoje é procurada em quatro cidades e reverenciada em duas. Ninguém sabe se é heroína ou vilã. Ela também não sabe.”
Clérigo de Ilmater · Icewind Dale
“Curou tantas feridas que os deuses pararam de contar. Numa noite de nevasca, escolheu ficar com um moribundo em vez de seguir a caravana. A caravana caiu num abismo. Halvard passou a acreditar em coincidências abençoadas.”
Nenhum desses personagens veio de um livro. Vieram de mesas como a sua.
Escolha o palco
Comece em Neverwinter, Baldur's Gate, Waterdeep e mais quatro regiões dos Reinos Esquecidos — ou forje seu próprio cenário do zero, com regiões, facções e panteão próprios.
Faerûn
O cânone oficial dos Reinos Esquecidos, com todas as regiões, facções e divindades que você já conhece.
Compartilhado
Mundo persistente onde sua mesa pode cruzar com outras aventuras e eventos globais.
Privado
A mesma Faerûn, mas o destino do mundo é escrito apenas pela sua mesa.
Próprio
Seu cenário do zero. Você define as regiões, as facções, os deuses e as regras que valem.
Privado
Só o seu grupo escreve essa história. Um mundo fechado e exclusivo.
Compartilhado
Outros DMs e mesas podem se cruzar no mundo que você criou.
Interlúdio
Você abre a porta. Uma lufada de vento gelado entra atrás de você, e a fumaça da lareira dança no teto de madeira escura. O bardo no canto está no meio de uma canção sobre um dragão de bronze — a mesma que ele cantava da última vez, mas com dois versos novos que você nunca ouviu.
Bran limpa uma caneca, ergue o queixo pra sua mesa. Ela está lá. As cadeiras, os amigos, os dados. A campanha, viva. Bem-vindo de volta.
Combate tático
Prévia esquemática — no jogo, um mapa ilustrado ocupa o fundo.
Ecos da mesa
“
A gente jogou por sete anos e parou porque virou pai. Voltamos por causa do Tavernum. Meu filho dorme, minha esposa lê, e eu vivo Faerûn por 20 minutos. Nunca fui tão feliz jogando.
Rafael, 38
DM · campanha 'O Verão de Bane'
“
Meu grupo tem gente em Portugal, no Japão e no Rio. A gente conseguiu jogar 4 sessões em uma semana sem marcar nada. O mundo simplesmente acontece.
Carla, 34
Maga élfica · Waterdeep
“
O DM demorou 2 dias pra responder um turno crítico. E foi PERFEITO. A tensão de esperar o resultado da minha ação sobrenatural durou dois dias. Nenhuma mesa presencial faz isso.
Diego, 41
Bárbaro humano · Icewind Dale
“
A ficha de 3.5 me deu trabalho de novo. E foi lindo. Voltei a sentir o peso de escolher um talento. Voltei a discutir build no WhatsApp com meus amigos. Voltamos a ter 22 anos por uns minutos por dia.
Ana, 45
Clériga anã · Silverymoon
Perguntas ao taverneiro
A ficha é digital, os talentos vêm com descrição em português claro, e o DM (humano ou IA) traduz regra. Você pode escolher entre D&D 3.5 (completo) ou 5ª edição. Se já jogou qualquer RPG, entra fácil. Se nunca jogou, entra ainda mais fácil.
Ótimo. O ritmo assíncrono foi feito pra isso. Quem posta duas vezes por dia vive uma odisseia. Quem posta uma vez por semana vive o mesmo mundo, só mais devagar. Ninguém segura ninguém.
Não. Você pode rodar com a IA como DM principal, com um humano de DM e IA como copiloto, ou 100% humano. O sistema não julga — só serve cerveja.
Você pode reencenar. Traga o nome do vilão, o mapa de guardanapo, a ficha rabiscada — a gente ajuda a reconstruir dentro do sistema. Muita mesa velha reviveu assim.
Seu personagem fica na taverna. Ou numa clareira. Ou preso num calabouço, dependendo de onde parou. O DM narra a passagem do tempo. Quando você voltar, o mundo terá andado — e vai ser bom rever todo mundo.
Tavernum é uma assinatura pensada para a mesa inteira — DM e quatro jogadores incluídos, com possibilidade de assentos adicionais. Como estamos abrindo as primeiras mesas com carinho, o valor e o formato do plano são combinados diretamente com você depois que entra na fila. Preenche o formulário aqui embaixo, a gente conversa.
A fila da taverna
Tavernum ainda não abriu as portas para o público geral. Estamos recebendo mesas em pequenos lotes, ajudando cada grupo a nascer direito. Deixe seu nome — nós entramos em contato pra combinar acesso, plano e o primeiro convite.
A cadeira do meio ainda é sua. Só precisa dizer que vem.
Convocação
Bran anota nome por nome. Deixe o seu na fila e a gente prepara uma cadeira para você e seu grupo antes das próximas mesas abrirem.
Quero entrar na fila